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23 de junho de 2024
Brillando En La Oscuridad
Artigos Educativos

Soma de estigmas: efeito devastador

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Já enfrentou mais de um estigma? Além de lidar com problemas mentais e o autoestigma, você teve outros silêncios e experiências que abalaram sua vida? VOCÊ É O MAIS BEM-VINDO, O MAIS ABRAÇADO, O MAIS AMADO entre nós! Esperamos que você participe do concurso para ajudar a abrir os olhos de muitos!

Existem muitos estigmas

Está comprovado que muitas doenças mentais são mais frequentes em pessoas que enfrentaram experiências traumáticas que também precisaram esconder.

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Existem muitos estigmas ou vivências que podem nos devastar e agravar ainda mais o sofrimento quando enfrentamos um período de desordem mental.

Podemos citar centenas de situações que os seres humanos às vezes precisam esconder sem serem culpados nem terem motivo algum para se envergonhar: Deficiências, orientações sexuais, nacionalidades que nos fazem sentir rejeitados por alguns, crenças religiosas frequentemente não respeitadas ou julgadas por pessoas ignorantes, origem social ou profissões — nessa realidade absurda mas comum em que as pessoas são medidas pelo exterior e não pelos valores internos.

O bullying, tão sofrido entre os jovens, aquele jovem que se sentiu rejeitado, envergonhado, estigmatizado… que sofreu assédio e bullying, que se sentiu culpado, magoado ou até mesmo acreditando, em algumas ocasiões, nas palavras ou ações venenosas de pessoas que, em sua pequenez, precisavam se sentir superiores pisando em quem viam como mais fraco ou buscando aquela “popularidade cruel” por sua capacidade de humilhar ou perseguir, aplaudidos por outros fracos que buscavam a aprovação daquele “falso líder/tirano” sob o temor de serem observados se não aplaudissem.

Imaginemos o adolescente que, ao descobrir e precisar aceitar sua orientação sexual diferente da maioria, busca escondê-la. Imaginemos algum tempo depois, esse adolescente, já jovem, sofrendo bullying por sua sexualidade diversa, envergonhado, culpabilizado, humilhado, silenciado… muitas vezes até pelos seres mais próximos (pais que não aceitam, por exemplo).

Ou imaginemos aquela menina adolescente, submetida a assédio sexual ou com experiências traumáticas… ela as esconde, se envergonha, desenvolve medos.

FALAR NÃO NOS FAZ FRACOS, PELO CONTRÁRIO, NOS FORTALECE, NOS AFIRMA, NOS AJUDA A SUPERAR ESSAS FERIDAS…

Esse jovem, essa jovem… carregam um fardo pesado de silêncio, ocultação, medo de se mostrar, falta de autoestima… um fardo que os esmaga e frequentemente cria bases para que os corvos da depressão ou outras doenças mentais se aninhem em suas mentes…

Quando, por tantos outros estigmas e dores em que AS VÍTIMAS de uma sociedade e ambiente injustos, às vezes violentos e intolerantes… precisam silenciar e, pior ainda, DESEJARIAM NÃO SER ELAS MESMAS, SE CULPAM por terem sido culpabilizadas por juízes cruéis, abusivos e inaceitáveis de assuntos alheios.

Os Corvos

Se esses corvos sombrios, portadores de sementes de doenças mentais, chegarem… seu efeito é AINDA MAIS DEVASTADOR…

Imagino aquela menina boa que sentia ter alma de menino, imagino esse(a) garoto(a) submetido(a) a bullying, humilhado(a)… perdendo toda a autoestima… imagino esse(a) garoto(a) entrando em depressão… seu silêncio é duplo, é triplo, é horrível… sua solidão… VOCÊ É BEM-VINDO, ESPERO QUE VOCÊ POSSA CURAR TANTAS FERIDAS DA ALMA, olhe-se no espelho com orgulho de tudo o que você teve que superar! VOCÊS SÃO ESPECIALMENTE BEM-VINDOS AO NOSSO CONCURSO.

Falar Não Nos Faz Fracos

Gostaria, se alguém assim desejar, que vocês apontassem “outros silêncios”, “outros estigmas”, “outros sentimentos de culpa de pessoas que são vítimas”. SÃO TANTAS SITUAÇÕES…

Falar não nos faz fracos, pelo contrário, nos fortalece, nos afirma, nos ajuda a superar essas feridas… além de nos fazer perceber que a estupidez e ignorância abundam em nosso planeta… mas que nossa autopercepção deve estar muito acima disso.

Em PRIMEIRA PESSOA é muito difícil falar, especialmente quando existem “somas de silêncios”… mas provavelmente você conhece casos ao seu redor, sem necessidade de ser você, para poder ajudar a todos a nos conscientizarmos de tanta injustiça que se vive e se sofre em silêncio.

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