CRITÉRIOS DE PARTICIPAÇÃO
| Público-alvo | Destinado a pessoas que atualmente estejam: – Internadas. – Frequentando centros de dia ou CRPS (Centros de Reabilitação Psicossocial). – Em tratamento com psiquiatras. – Frequentando associações de ajuda ou apoio a pessoas com problemas de saúde mental. |
| Trabalhos aceitos | Aceitamos relatos escritos durante o período de tratamento ou antes dele (é preciso indicar se foram escritos antes, desde que estejam relacionados ao processo do problema de saúde mental vivido). |
| Gêneros aceitos | Relatos, poemas, experiências, contos ou outras criações literárias. |
| Extensão máxima | Máximo de 4.000 palavras (equivalente a no máximo 10 páginas impressas em uma face, considerando a fonte Arial tamanho 12 e espaçamento entre linhas de 1). |
| Formato aceito | Word ou PDF. |
| Idiomas aceitos | Português Para relatos em espanhol seguindo os mesmos critérios desta categoria, use o formulário da Categoria 1. |
| Limite de participação | Número máximo de obras aceitas: 200. As inscrições serão encerradas assim que esse limite for atingido ou na data de encerramento das inscrições, o que ocorrer primeiro. |
| Patrocinador | Rotary Club de Curitiba (Brasil) Apoio Institucional: Núcleo de Apoio à Saúde Mental do Distrito 4730 de Rotary International |
RESULTADOS DA CATEGORIA 2
Finalistas (por ordem de inscrição)
Os prêmios (primeiro, segundo e terceiro) são anunciados pelos jurados durante a cerimônia.
| Título do Texto | Pseudônimo | Inscrição | País | Idade |
| Escrever Para Não Desaparecer | Tiago Júlio Martins | 3870 | Brasil | 33 |
| Van Gogh E Monalisa In Love | Valéria Dias | 4243 | Brasil | 65 |
| A Geometria Do Portão | Leidilaine Andrade | 6605 | Brasil | 39 |
SemifinalistasCuartofinalistas
Os autores das obras semifinalistas devem permanecer atentos a um possível contato do comitê organizador até o dia 30 de setembro, caso um dos finalistas não responda ao comitê dentro do prazo. Neste caso, o prêmio vai para a próxima obra com maior pontuação.
| Inscrição | Pseudônimo | País | Idade |
| 3550 | Yanina Hardy | Panamá | 38 |
| 3567 | Elisângela Aparecida da Silva | Brasil | 46 |
| 3650 | Denise Camargo Lancia | Brasil | 53 |
| 3858 | Maia | Brasil | 30 |
| 3870 | Tiago Júlio Martins | Brasil | 33 |
| 3901 | Corina Mulero | Brasil | 60 |
| 4225 | Leandra Moreira | Brasil | 44 |
| 4243 | Valéria Dias | Brasil | 65 |
| 4265 | Sol | Brasil | 51 |
| 4271 | Quéren | Uruguai | 27 |
| 6544 | Lu Veloso | Brasil | 55 |
| 6605 | Leidilaine Andrade | Brasil | 39 |
| Inscrição | Pseudônimo | País | Idade |
| 3550 | Yanina Hardy | Panamá | 38 |
| 3567 | Elisângela Aparecida da Silva | Brasil | 46 |
| 3617 | Lucas Antônio dos Santos | Brasil | 31 |
| 3650 | Denise Camargo Lancia | Brasil | 53 |
| 3820 | Balau | Brasil | 46 |
| 3856 | Maurício Witczak | Brasil | 51 |
| 3858 | Maia | Brasil | 30 |
| 3870 | Tiago Júlio Martins | Brasil | 33 |
| 3901 | Corina Mulero | Brasil | 60 |
| 4069 | Gustavo Ruckert | Brasil | 37 |
| 4186 | CRENY PEREIRA | Brasil | 56 |
| 4225 | Leandra Moreira | Brasil | 44 |
| 4243 | Valéria Dias | Brasil | 65 |
| 4261 | Aeloria | Brasil | 54 |
| 4265 | Sol | Brasil | 51 |
| 4271 | Quéren | Uruguai | 27 |
| 4384 | Andréia Heurística | Brasil | 36 |
| 4726 | Bianca Alencar | Brasil | 48 |
| 6223 | JONAS GAMA DE CASTRO | Brasil | 52 |
| 6352 | Dani | Brasil | 52 |
| 6436 | Dissandro | Reino Unido (Reino Unido) | 52 |
| 6544 | Lu Veloso | Brasil | 55 |
| 6605 | Leidilaine Andrade | Brasil | 39 |






1 valoración
Buffet delirante
Aos 22 anos fui acometida de uma doença rara, os psiquiatra não sabiam oque era, eu falava coisas desconectaddadas, do tempi e espaço era como uma TV sem antena só chuviscos, no ano de 2004, perdi jm emprego de quase 10 anos, e fui viajar. No meio dz viagem, tive crise, fiquei vagando nua por uma cidade de veraneio, a policia me bateu, me levou presa, fui encaminhada ao hospital da cidade onde localizaram a minha família. Toda vez que tenho crises acontecem coisas muito desrespeitosas, além do preconceito d sociedade que nos tratam como incapazes. Faço tratamento pela rede pública do meu país, já fui internada várias vezes e com diagnóstico variados. Gostaria de relatar o meu cada para que pessoas fossem ajudadas não só com tratamentos adequados mas, também com respeito pela sociedade.